Um ano após o sucesso de Quidam, o Cirque du Soleil apresentou Varekai em Lisboa.
Embrenhado na floresta profunda , no cume de um vulcão, existe um mundo extraordinário onde tudo é possível. Um mundo chamado Varekai.
Do céu surge um jovem rapaz e a história de Varekai tem início. Atirado para as profundezas de uma floresta mágica, um mundo caleidoscópico habitado por criaturas fantásticas, o jovem inicia uma viagem absurda mas maravilhosa. Neste dia de final de era, neste lugar de pura e virgem possibilidade, tem início um encantamento inspirador para uma nova existência a descobrir numa busca através dos mistérios do mundo e da mente.
Varekai (pronunciado ver•ay•’kie) significa “onde quer que seja” na linguagem cigana, os eternos viajantes. Criada e dirigida por Dominic Champagne, esta produção presta homenagem à alma nómada, ao espírito e arte da tradição circense e a todos aqueles que desafiam com infinita paixão os longos caminhos que levam a Varekai.
Varekai nasce da explosiva fusão do teatro com a acrobacia. O impossível torna-se possível em espantosas demonstrações de perícia e poder, com banda sonora original e cenários do “outro mundo”, perfeitamente harmonizados com as fantásticas coreografias que “falam” a universal linguagem do movimento.
O pêndulo do tempo anda para trás numa homenagem às antigas e especiais tradições circenses dos Icarian Games, Water Meteors e Georgian Dance.
Depois, Varekai transporta-se para o futuro através de revolucionários movimentos de contorção em números como Russian Swings, Slippery Surface e Triple Trapeze.
Desde a sua estreia mundial em Montreal (2002), Varekai já foi apresentado no Canadá, Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia e chegou à Europa em 2007.
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